UM EXPERIMENTO EDUCACIONAL

Se é fácil criar,
não basta para provar.

Este site existe para demonstrar uma verdade simples: qualquer pessoa consegue fabricar um screenshot convincente em poucos minutos.

IMG_2048.PNG
TODAY

Você consegue alterar essa conversa?

Em menos de um minuto.

Então isso prova o quê?

Só prova como é fácil editar.

!
Imagem sem origem verificávelConteúdo, data e contexto podem ter sido alterados.
SCREENSHOTNÃO É PROVA POR SI SÓ
Role para ver por que uma imagem isolada não conta toda a história

O PROBLEMA

Pixels não carregam confiança

Um screenshot registra apenas uma aparência. Sem um processo seguro de captura, ele não demonstra sozinho quando, onde e em qual contexto aquele conteúdo existiu.

01

Conteúdo editável

Textos, nomes, horários, imagens e indicadores visuais podem ser recriados ou alterados com facilidade.

02

Origem desconhecida

O arquivo isolado não explica quem fez a captura, de qual endereço ela veio ou o que estava ao redor.

03

Contexto ausente

Sem metadados e registros do processo, é difícil avaliar integridade, sequência e momento da coleta.

VEJA COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS

Experimente.
É assustadoramente fácil.

As ferramentas abaixo simulam interfaces conhecidas para fins acadêmicos e de conscientização. Elas mostram por que a aparência de autenticidade não deve ser confundida com autenticidade verificável.

i

Uso exclusivamente acadêmico. Nenhum screenshot gerado nesta plataforma deve ser usado como evidência, para enganar, personificar terceiros, praticar fraude ou causar dano.

UMA ABORDAGEM MELHOR

Não tire apenas um print.
Capture com segurança.

Quando o conteúdo digital realmente importa, procure uma infraestrutura de evidências capaz de registrar o processo de captura e preservar informações que ajudem a verificar sua origem, seu contexto e sua integridade.

Origem e contexto da capturaRegistros técnicos verificáveisPreservação da integridadeProcesso documentado
“A pergunta não é se o screenshot parece verdadeiro.
É se existe uma forma confiável de verificá-lo.”

— O princípio por trás do Fakevidence